A autora Ingrid Seward revelou os sentimentos da rainha Elizabeth II e de seu marido, Philip, quando o príncipe Harry pediu autorização para se casar
Em novembro de 2017, o príncipe Harry e Meghan Markle anunciaram ao mundo seu noivado, marcando o início de uma nova etapa em suas vidas.
Na época, Harry revelou que pretendia fazer o pedido de casamento mais cedo, durante uma visita a Meghan nos Estados Unidos, mas havia uma condição crucial: ele precisava da aprovação de sua avó, a rainha Elizabeth II (1926-2022).
A autora e especialista em realeza Ingrid Seward, no livro “My Mother and I” (“Minha Mãe e Eu”, em tradução livre), revelou os sentimentos da monarca e de seu marido, o príncipe Philip, quando o duque de Sussex pediu autorização para se casar com a ex-atriz.
Segundo as fontes de Seward, Harry aguardou uma ocasião íntima, quando ele e a avó estavam sozinhos, durante um passeio em um campo nos castelos da realeza, para fazer a solicitação.
Sem a presença de seguranças, o príncipe aproveitou o momento para expor seus planos, recebendo uma resposta da rainha: “Bem, então, acho que devo dizer sim.”
De acordo com a autora, Elizabeth II ficou contente com a decisão do neto, acreditando que ele havia finalmente encontrado o "amor de sua vida". Além disso, a rainha nutria grandes expectativas sobre o impacto positivo de Meghan na monarquia.
Porém, o príncipe Philip, sempre mais reservado em relação ao relacionamento de Harry, não escondia sua desaprovação. Seward revelou que ele via semelhanças entre Meghan e Wallis Simpson (1896-1986), uma socialite divorciada com quem o rei Edward VIII (1894-1972), tio de Elizabeth II, abdicou do trono britânico em 1936.
Ele via semelhanças significativas entre as duas mulheres, especialmente considerando que ambas eram norte-americanas e haviam sido casadas anteriormente. Segundo Seward, essa percepção levou Philip a se referir a Meghan como "DoW" (sigla para "Duchess of Windsor", ou Duquesa de Windsor), um apelido que fazia alusão direta a Wallis.