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Harry e Meghan chamam novo livro da realeza de ‘perturbador’

Representantes dos duques de Sussex divulgaram uma nota repudiando a obra inédita de Tom Bower, indicando que o público deve buscar fatos reais em outras fontes

Meghan, Duquesa de Sussex, e o Príncipe Harry, Duque de Sussex durante evento em 2025 / Créditos: Getty Images

O príncipe Harry e a duquesa Meghan Markle vieram a público expressar forte indignação contra a mais recente obra do jornalista britânico Tom Bower.

Por meio de seus assessores oficiais, o casal divulgou um comunicado contundente em resposta ao lançamento iminente. Na declaração, eles classificam o autor como “obcecado” e descrevem o conteúdo como um conjunto de teorias conspiratórias perturbadas.

A obra, intitulada ‘Betrayal: Power, Deceit and the Fight for the Future of the Royal Family’ (‘Traição: Poder, Engano e a Luta pelo Futuro da Família Real’), será lançada em 26 de março no Reino Unido.

No entanto, o jornal inglês The Times já adiantou alguns trechos polêmicos. Como resultado, a equipe de Harry e Meghan decidiu se antecipar e descredibilizar a publicação imediatamente.

Acusações de obsessão

De acordo com informações da revista Monet, o comunicado do casal reforça que as falas de Bower já ultrapassaram a barreira da crítica jornalística há muito tempo. Além disso, os representantes afirmam que o escritor construiu sua carreira elaborando teorias complexas sobre indivíduos que sequer conhece pessoalmente.

Portanto, o texto aconselha que pessoas interessadas em fatos concretos devem buscar outras fontes de informação mais seguras.

O comunicado ainda resgata uma fala pública antiga do próprio autor para justificar a grave acusação de perseguição. Segundo os assessores, Tom Bower declarou abertamente no passado que a monarquia precisava “obliterar os Sussex de nossa vida nacional”.

Sendo assim, a equipe aponta que essa linguagem agressiva fala por si só e evidencia o tom de melodrama da nova publicação.

Bastidores da realeza

Por outro lado, os trechos adiantados trazem alegações incômodas sobre o rompimento definitivo do casal com a realeza britânica em 2020. O autor foca, sobretudo, no suposto choque do príncipe William e da rainha consorte Camilla com a brusca mudança de comportamento de Harry. Segundo o livro, a esposa do rei Charles III teria dito a uma amiga que o enteado sofreu uma completa “lavagem cerebral”.

Em outros trechos, Bower escreve que os temores iniciais de William se concretizaram rapidamente, apontando Meghan Markle como um agente de divisão familiar. O texto argumenta que, para agradá-la, o príncipe ignorou velhos amigos e mudou seu telefone sem avisar os parentes.

Até o momento, os assessores oficiais da Família Real Britânica optaram pelo silêncio e não comentaram as alegações feitas no livro.


*Sob supervisão de Éric Moreira