Notícias / Michael Jackson

Paris Jackson acusa gestores de Michael de intimidação

Filha de Michael Jackson, Paris ataca administradores do espólio do pai e os acusa de intimidação; executores dizem que ela foca na mídia

A herdeira Paris Jackson e o Rei do Pop, Michael Jackson; gestão do patrimônio bilionário é alvo de acusações na Justiça / Créditos: Getty Image

A disputa judicial envolvendo a herança do Rei do Pop ganhou um novo capítulo. Paris Jackson, filha de Michael Jackson, acusou publicamente os administradores do espólio do cantor, John Branca e John McClain, de promoverem uma perigosa campanha de intimidação contra ela.

Segundo a herdeira, o montante deixado por seu pai estaria sendo utilizado indevidamente para atacá-la na imprensa. Além disso, Paris classificou as recentes declarações judiciais dos executores como sexistas.

Ela alega ser tratada com desdém e condescendência pela dupla, que supostamente a chamou de arrogante e tentou diminuí-la ao se colocarem como os verdadeiros “adultos” do conflito.

Acusações de fake news

Por outro lado, a defesa dos administradores rebateu as duras críticas de forma bastante contundente. Eles acusam Paris e seus representantes legais de espalharem notícias falsas sobre o verdadeiro andamento do processo judicial.

De acordo com informações da revista Monet, os executores afirmam que a jovem de 28 anos estaria mais interessada em atrair os holofotes midiáticos do que em buscar resoluções práticas para o espólio.

Os gestores também argumentam que a equipe jurídica da filha de Michael manipula as ações rotineiras do tribunal. Dessa maneira, despachos totalmente comuns estariam sendo distorcidos e vendidos aos fãs nas redes sociais como se fossem decisões bombásticas a favor de Paris.

Questionamento sobre pagamentos

O cerne do embate atual envolve debates severos sobre os pagamentos feitos a escritórios de advocacia terceirizados que prestaram serviços ao espólio. Enquanto Paris considera as somas repassadas exorbitantes e abusivas, Branca e McClain garantem que nenhuma transferência foi irregular ou feita sem autorização prévia da Justiça.

Para justificar sua permanência e atuação, os administradores ressaltaram o sucesso financeiro de sua gestão rigorosa. Eles lembraram que, na época da morte de Michael, a conta do artista somava uma pesada dívida de 500 milhões de dólares e beirava a completa insolvência.

Atualmente, contudo, o cenário crítico foi revertido para uma fortuna bilionária que beneficia toda a família. Por fim, a defesa destacou que Paris já recebeu cerca de 65 milhões de dólares em benefícios diretos e deverá herdar centenas de milhões adicionais graças ao trabalho incansável dos executores.


*Sob supervisão de Éric Moreira