Incêndio destrói teto do Velódromo do Parque Olímpico do Rio de Janeiro
Fôrro que cobria a estrutura queimou e afetou a estrutura temporariamente, segundo as autoridades ninguém se feriu e internamente nenhuma sala foi afetada

Na madrugada desta quarta-feira, 8, os militares foram acionados para combater um incêndio no teto do velódromo do Parque Olímpico do Rio de Janeiro, na Barra Olímpica, na Zona Sudoeste do município.
Conforme as autoridades competentes, ninguém se feriu durante a queima. Demais estruturas dentro do velódromo ou não foram afetadas ou foram muito pouco modificadas pelas chamas. Até o momento, não foram identificados os motivos do incêndio. Confira o vídeo divulgado pelo corpo de bombeiros do Rio de Janeiro:
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O velódromo
Esta que foi a estrutura que sediou as competições de ciclismo durante as Olimpíadas de 2016. Vale a pena lembrar que esta foi a última instalação da Rio 2016 a ser entregue, ao custo de R$143 milhões.
No entanto, atualmente, serve de campo de treinamento para mais de 4.000 pessoas e mais de 33 modalidades esportivas. Modalidades de lazer ou competitivas são treinadas no local, dentre elas vale a pena destacar o vôlei, basquete, ginástica, jiu-jitsu, handebol e o judô.
Ainda, as modalidades de Levantamento de Peso, esgrima e ciclismo possuem convênio através de suas respectivas confederações para que profissionalmente os atletas treinem na região.
Para além dos eventos esportivos, a megaestrutura também é alugada para a realização de eventos. De tal modo que ao longo do ano de 2025 cerca de 50 eventos não esportivos foram realizados.
Porém, para além de eventos e esporte, o velódromo desde agosto do ano passado passou a abrigar o Rio Museu Olímpico, espaço memorial com as lembranças dos jogos de 2016. Objetos como as tochas, as bolas, discos e medalhas ocupam os quase 1.700 m² da área superior do prédio.
Os incêndios
Entretanto, é possível destacar que não é de hoje que o teto é tão inflamável, ainda em 2017, outros 2 incêndios ocorreram. Contudo, o motivo dessas duas queimas foi a queda de balão, atitude que é crime no Brasil.
Conforme o G1, sobre o ocorrido recente, Luciano Sarmento, subcomandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), declarou:
Evitamos uma grande tragédia. […] Nós não sabemos as causas, que só a perícia poderá dizer, mas é fato que se iniciou na parte externa, na lona. A cobertura do Velódromo era toda num material sintético. Essa lona derreteu e soltou um material muito parecido com uma teia de aranha.”
Instituições próximas não terão aula nem treinamento nesta quarta feira devido os riscos de utilizar uma estrutura não devidamente analisada por especialistas.
*Sob supervisão de Éric Moreira