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China: Propulsor de foguete despenca do céu em área residencial

Nas redes sociais, é possível encontrar o vídeo que capturou o momento em que o propulsor do foguete chinês despenca do céu

Redação Publicado em 03/01/2024, às 17h59 - Atualizado em 15/07/2024, às 07h07

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Imagens do momento em que o propulsor despenca e colide em uma região arborizada - Reprodução/Vídeo/Redes Sociais/X/@AJ_FI
Imagens do momento em que o propulsor despenca e colide em uma região arborizada - Reprodução/Vídeo/Redes Sociais/X/@AJ_FI

Em um vídeo recente intensamente repercutido na rede social chinesa Weibo, é possível avistar um propulsor de foguete chinês caindo do céu sobre uma região arborizada de Guangxi, no sul do país. Além disso, outra gravação mostra os destroços despencando perto de uma casa. 

As imagens foram compartilhadas no X (falecido Twitter) em 26 de dezembro de 2023 por Andrew Jones, jornalista espacial. “Aviso: Já faz um tempo, mas esse tipo de ação de propulsores caindo foi uma característica dos lançamentos do [foguete] Longa Marcha 3B dos satélites Beidou a partir de Xichang”, escreveu em seu perfil.

O site Space explicou que a queda dos propulsores se deu após o lançamento de dois satélites pela Administração Espacial Nacional da China em 25 de dezembro. O equipamento foi a órbita a partir do Centro de Lançamento de Satélites Xichang, na província de Sichuan.

O foguete Longa Marcha 3B estava encarregado de enviar dois satélites para o Sistema de Navegação por Satélite Beidou da China, que é comparável ao sistema GPS. Os satélites foram colocados com sucesso na órbita terrestre média, porém os propulsores laterais do foguete caíram na atmosfera terrestre e pousaram na região de Guangxi.

Outros detalhes

Ainda segundo o SpaceNews, é possível observar nos vídeos um gás ou fumaça marrom avermelhada, que sugere a presença de tetróxido de nitrogênio. Além disso, também foi avistado um gás amarelado, possível resultado da mistura do combustível dimetilhidrazina insimétrica (UDMH) com o ar, próximo à área residencial. Ambos os compostos apresentam sérios riscos à saúde humana.

Em nota, a Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC) esclareceu que as espaçonaves lançadas foram os 57º e 58º satélites Beidou. Esses satélites têm a finalidade de servir como backups e diminuir os riscos operacionais para o sistema de satélites Beidou-3 da China.