Morre Stephen Hibbert, ator de ‘Pulp Fiction’ e ‘Austin Powers’
Morte de Stephen Hibbert foi comunicada pela família do ator nesta sexta-feira, 7; britânico tinha 68 anos de idade

O ator britânico Stephen Hibbert, conhecido por seus trabalhos em Pulp Fiction (1994) e Austin Powers: O Agente ‘Bond’ Cama (1999), morreu aos 68 anos no estado do Colorado, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada por familiares ao site TMZ nesta sexta-feira, 6.
Seus filhos — Ronnie, Rosalind e Greg — informaram à publicação que o ator faleceu na segunda-feira, 2, após sofrer um ataque cardíaco. “Nosso pai, Stephen Hibbert, faleceu inesperadamente esta semana”, disseram em comunicado. “Sua vida foi repleta de amor e dedicação às artes e à sua família”, prosseguiram. “Ele fará muita falta a todos.”
Segundo informações do portal Monet, além de ator, Hibbert trabalhou também como roteirista. Ele iniciou a trajetória no entretenimento nos anos 1980, integrando a equipe do programa Late Night with David Letterman. Ao longo da carreira, escreveu para diferentes produções televisivas, entre elas Animaniacs (1993), O Mundo é dos Jovens (1996–1998) e Random Play (1999).
Como ator, um de seus papéis mais lembrados foi o do personagem Gimp, figura mascarada e inquietante do clássico dirigido por Quentin Tarantino. Hibbert também apareceu em produções como O Gato (2003), A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos (2007), A Melhor Idade (2011) e a série Dr. Ken (2017).
Outros trabalhos
Segundo informações divulgadas em sua página no The Groundlings (famoso grupo de comédia do qual fazia parte), Hibbert também trabalhou como produtor de segmentos em premiações exibidas pela MTV e pela VH1. Além disso, colaborou com revisões de roteiro focadas em humor em produções como Austin Powers: The Spy Who Shagged Me e Shrek.
De acordo com o IMDb, o artista foi casado com a atriz Julia Sweeney entre 1989 e 1994. Posteriormente, teve um segundo casamento com Alicia Agos, que durou de 1996 a 2009.
Em entrevista à AARP, Hibbert afirmou que se sentia satisfeito com o legado deixado por sua participação como o personagem Gimp em Pulp Fiction. “Acho que é um dos maiores filmes de todos os tempos”, declarou. “Vi de novo recentemente e tinha esquecido como ele é engraçado — e como é uma ótima cápsula do tempo de Los Angeles no início dos anos 1990.”