Homem sueco é acusado de vender serviços sexuais da própria esposa
Sueco está sendo acusado de proxenetismo e teria vendido serviços sexuais da esposa a mais de 100 homens

O suspeito está preso preventivamente desde outubro, após ser denunciado pela sua esposa. As acusações serão formalizadas apenas em 13 de março. A Suécia proíbe a compra dos serviços sexuais, mas a venda não é proibida. O homem possui antecedentes criminais por agressão, mas nega as novas acusações.
O Ministério Público sueco (AFP) afirmou nesta segunda-feira que o residente do norte da Suécia teria facilitado a venda dos serviços sexuais prestados por sua esposa para mais de 100 homens.
“É suspeito de ter facilitado, ou de ter lucrado financeiramente com a venda de serviços sexuais demandante”, afirmou a promotora do caso.
Cerca de 120 indivíduos foram identificados como compradores dos serviços, mas segundo a promotora, nem todos serão alvo da investigação.
O homem foi colocado em prisão preventiva por proxenetismo, também conhecido como cafetinagem, informou a promotora, Ida Annerstedt, sem detalhar se existe outra investigação por outras possíveis acusações contra ele.
De acordo com as autoridades, os fatos estão acontecendo desde janeiro de 2022 até o momento em que o acusado foi preso. A promotoria ainda não esclareceu se a mulher, na faixa dos 50 anos, foi obrigada a se prostituir.
Legislação Sueca
A legislação sobre prostituição o proíbe que compra os serviços e não quem vende.
A pena para os que comprarem os serviços pode variar de uma multa ou até um ano de prisão, para cafetinagem a pena é um pouco mais severa, se comparada com os outros, e pode chegar no máximo de quatro anos de prisão.
Outros países europeus também possuem leis semelhantes a essa.
- Sob supervisão de Giovanna Gomes