Autoridades francesas identificam e prendem suspeitos de roubo de Joias no Museu do Louvre
Identificação de dois suspeitos se deu por meio de análise vestígios genéticos deixados na cena do crime

As autoridades responsáveis pela investigação do roubo de joias no Museu do Louvre, em Paris, conseguiram avanços no caso no último sábado, 25. Duas pessoas foram presas e colocadas sob custódia após a polícia identificar um dos suspeitos por meio de vestígios genéticos deixados na cena do crime.
De acordo com a emissora BFMTV, o DNA encontrado no local foi essencial para a captura. Peritos da polícia científica passaram horas coletando evidências, reunindo mais de 150 amostras de DNA, impressões digitais e outros vestígios. Entre os objetos abandonados pelos criminosos estavam um capacete, um walkie-talkie, um colete amarelo e duas esmerilhadeiras — itens que ajudaram a traçar o perfil dos envolvidos.
Os dois homens, têm cerca de 30 anos e naturais de Aubervilliers, na periferia norte de Paris, são considerados os principais suspeitos do caso. Ainda não se sabe qual foi o papel de cada um na ação. No entanto, segundo informações do portal de notícias O Globo, os investigadores acreditam que tenham participado diretamente do golpe que vem sendo chamado de “assalto do século”.
Análise de vestígios
Laure Beccuau, a promotora de Paris, detalhou que os vestígios genéticos foram analisados em laboratório, o que permitiu a identificação do genótipo de um dos suspeitos.
“Trabalhamos tanto com vestígios ricos — como sangue ou saliva — quanto com vestígios de contato, que exigem precisão extrema” explicou Perrine Rogiez-Thubert, comandante da polícia científica francesa.
Apesar do progresso na investigação, as joias roubadas continuam desaparecidas. As autoridades seguem em busca do restante da quadrilha e do possível receptador das peças.