Suspeito do desaparecimento de Madeleine McCann é investigado após agredir policiais
Christian Brueckner, apontado como principal suspeito do desaparecimento de Madeleine McCann, teria agredido policiais na Alemanha

Christian Brueckner, o homem apontado como principal suspeito do desaparecimento da garotinha Madeleine McCann em 2007, está sendo investigado depois de ter sido acusado de agredir dois policiais na cidade de Kiel, na Alemanha.
O novo caso foi revelado pelo jornal alemão Der Spiegel e repercutido pelo norte-americano New York Post. Segundo as publicações, o incidente ocorreu em 6 de junho, em frente a um estabelecimento comercial.
De acordo com as autoridades, Brueckner, de 49 anos, teria fotografado dois policiais sem autorização. Quando os agentes solicitaram que ele entregasse o celular, ele teria se recusado. Assim, teve início um confronto, que terminou com uma suposta agressão física contra os oficiais. Um deles acabou sofrendo uma lesão no joelho.
Além da suspeita de agressão, Brueckner também é investigado pelas fotografias registradas durante o episódio. A defesa do alemão, no entanto, contesta a versão apresentada pelas autoridades. Conforme informações do portal Monet, o advogado do acusado, Philipp Marquort, minimizou a situação, afirmando que as imagens foram feitas a mais de 40 metros de distância e que a investigação estaria promovendo uma perseguição ao seu cliente.
Desaparecimento de Madeleine
Christian Brueckner é considerado pelas autoridades alemãs o principal suspeito do sumiço de Madeleine McCann, que tinha três anos quando desapareceu em maio de 2007 durante férias com a família na Praia da Luz, em Portugal. Na época, Brueckner vivia pela região.
Apesar de anos de investigações e de ter sido formalmente identificado como suspeito pelas autoridades alemãs, Brueckner nunca foi acusado pelo desaparecimento da criança, já que não foram apresentadas provas suficientes para oferecer denúncia no caso.
Ele deixou a prisão de Sehnde, na Alemanha, em setembro do ano passado, após cumprir sete anos de pena pela condenação por estuprar uma turista norte-americana de 72 anos em Portugal. Desde então, segue sendo monitorado pelas autoridades locais.