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Nova descoberta! Estruturas precisas sob as pirâmides intrigam a ciência

Sob as areias de Gizé, arqueólogos redescobrem poços de precisão milimétrica que podem revelar uma rede subterrânea esquecida há milênios

Pirâmides
Pirâmides - Imagem ilustrativa (Foto: Getty Images)

Nos últimos dias, no coração do Planalto de Gizé, pesquisadores identificaram três poços fundos com precisão milimétrica, ocultos sob camadas de areia que resistiram ao tempo e às tempestades do deserto entre as sombras da Grande Esfinge e o horizonte das pirâmides. A nova descoberta volta a desafiar o entendimento da arqueologia moderna.

As estruturas, localizadas em pontos estratégicos entre as pirâmides Quéops e Quéfren, chamam atenção pela simetria quase perfeita de suas paredes e pela ausência de marcas que indiquem escavação manual rudimentar, segundo informou o Daily Mail. Tudo sugere um projeto arquitetônico calculado, pensado com a mesma complexidade que moldou os monumentos acima do solo.

O achado foi possível graças ao uso de sensores de radar de última geração, capazes de penetrar o subsolo e revelar formações até então invisíveis. As imagens mostraram três eixos verticais que, curiosamente, se alinham com as pirâmides, formando um padrão geométrico.

O primeiro poço, situado próximo à Esfinge, alcança dezenas de metros de profundidade. O segundo apresenta dimensões idênticas e traços que sugerem uma conexão planejada. Já o terceiro, localizado perto da base de Quéops, possui reforços estruturais que indicam uso frequente em algum período remoto.

Um Egito ainda desconhecido

O que essas passagens subterrâneas significam ainda é motivo de debate. Hipóteses variam entre câmaras cerimoniais, sistemas de drenagem ritual ou até corredores simbólicos voltados para o além. Nenhuma, no entanto, parece explicar a precisão e o alinhamento quase cósmico das escavações.

Estudos de radar e tomografia elétrica continuam revelando cavidades adicionais sob o planalto, sugerindo que Gizé ainda esconde uma engenharia subterrânea complexa e intencional. Para os especialistas, compreender essas estruturas pode ajudar a redefinir a relação dos antigos egípcios com a morte, o cosmos e a própria paisagem sagrada.