Manifestantes foram presos depois de terem protestado contra a violência policial e falta de democracia
Caio Tortamano Publicado em 31/08/2020, às 21h30
Um ano depois que policiais de Hong Kong foram flagrados espancando pessoas em um metrô depois de uma manifestação popular, manifestantes voltaram às ruas nesta segunda-feira, 31, para protestar contra o Governo. No entanto, acabaram sendo dispersos por tropas de choque com o uso de spray de pimenta.
A manifestação oprimida ocorreu na frente de uma estação de metrô — a mesma em que as imagens de violência foram registradas em 2019 —, em que pessoas gritaram palavras de pró-democracia e plantaram flores. A ação inofensiva e pacífica foi considerada ilegal e prontamente combatida com cassetetes e spray de pimenta.
As manifestações tiveram início ano passado e reivindicavam liberdade democrática e responsabilidade policial. Em resposta, as forças policiais têm agido de maneira violenta contra os manifestantes — que tiveram suas reuniões públicas agravadas por conta da Covid-19 e uma nova lei de segurança imposta pela China, que administra o território autônomo.
Na visão de Pequim, essas manifestações fazem parte de um complô organizado por potências estrangeiras para enfraquecer o governo de Xi Jinping. Durante a noite do dia 31, a polícia afirmou ter feito 12 prisões, incluindo a de um garoto de 17 anos.
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