O caso de traição que marcou a seleção da Bélgica
Remanescentes que colocaram a Bélgica entre as potências do futebol mundial, Kevin De Bruyne e Thibaut Courtois tem relação instável

A chamada geração de ouro da Seleção Belga de Futebol volta a campo nesta Copa do Mundo em busca de mais um feito histórico. Nesta segunda-feira, 6, a equipe enfrenta a Seleção dos Estados Unidos por uma vaga nas quartas de final, mantendo como líderes dois dos maiores nomes do futebol belga: Kevin De Bruyne e Thibaut Courtois.
Os dois iniciaram suas trajetórias juntos nas categorias de base da Bélgica e também atuaram pelo KRC Genk, onde foram revelados. A amizade, porém, chegou ao fim em 2013, quando Courtois, que defendia o Atlético de Madrid por empréstimo, se envolveu com Caroline Lijnen, então namorada de De Bruyne.
Traição na Bélgica
O caso ganhou repercussão pública após Caroline confirmar o relacionamento e afirmar que também havia sido traída anteriormente pelo meia. De Bruyne reconheceu o episódio e declarou que conseguiu manter o profissionalismo na seleção, embora a amizade entre os dois tenha terminado.
Apesar da relação distante, ambos permaneceram como titulares da Bélgica nas últimas quatro Copas do Mundo. O auge dessa geração aconteceu em 2018, quando os belgas alcançaram o terceiro lugar, melhor campanha da história do país no torneio. Nas quartas de final daquela edição, De Bruyne marcou um dos gols da vitória sobre a Seleção Brasileira, enquanto Courtois teve atuação decisiva no triunfo.
Na Copa de 2026, a Bélgica terminou na liderança do Grupo G com uma vitória sobre a Seleção da Nova Zelândia de Futebol e empates contra Irã e Egito. Nas oitavas de final, garantiu classificação após uma virada emocionante por 3 a 2 sobre a Seleção Senegalesa de Futebol, com o gol decisivo marcado nos acréscimos da prorrogação.
Agora, diante dos Estados Unidos, os Red Devils tentam manter viva a campanha e aproximar uma geração histórica de mais um capítulo marcante em sua trajetória.