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Conheça Merlin, o pato torcedor que virou mascote não-oficial da Copa do Mundo

Registros do pato Merlin viraram uma grande sensação e o animal logo passou a ser considerado mascote não-oficial da Copa

O pato Merlin - Crédito: Getty Images

A Copa do Mundo de 2026 teve início no último dia 11 e, desde então, algumas figuras carismáticas vêm chamando a atenção do púbico. Uma delas é o pato Merlin, que ficou famoso nas redes sociais por usar uma camisa especial com as cores da seleção mexicana. As imagens da ave de dois anos viraram uma grande sensação, tanto que o animal logo passou a ser considerado mascote não-oficial do evento.

Mas o bichinho que ganhou fama mundial após a vitória do México sobre a África do Sul por 2 a 1 já era conhecido por muitos moradores da Cidade do México, sendo frequentemente visto passeando com sua tutora, Carla Gómez, que vende água e refrigerantes em feiras e eventos que têm lugar no centro histórico da capital. Por onde passa, o pet chama atenção e muitos são os pedidos para tirar fotos.

México, estamos com vocês. E Merlin é fã número um”, disse Carla, à AP.

Os vídeos já somam milhões de visualizações. Agora, a família espera que o pato siga trazendo sorte à seleção.

Conheça os mascotes oficiais

Os mascotes oficiais da Copa são três: Maple, um alce; Zayu, uma onça-pintada e Clutch, uma águia-careca. O primeiro representa o Canadá. Com nome que homenageia a folha da árvore da Maple, símbolo do país, ele gosta de música, street style e também de realizar viagens culturais pelos territórios canadenses.

Enquanto isso, a onça-pintada representa as selvas do sul mexicano, além da herança cultural do país. Seu nome representa união, força e alegria, de acordo com a Fifa.

Por fim, a águia representa os EUA. Aventureira e bastante otimista, a ave gosta de desbravar a cultura dos Estados Unidos. Fanático por esportes, Clutch é um meio-campista que atua com grande poder de mobilização dos companheiros. Seu nome faz referência a uma famosa gíria do esporte no país, a qual é usada para se referir a atletas que resolvem partidas em momentos decisivos.

Giovanna Gomes é jornalista e estudante de História pela USP. Gosta de escrever sobre arte, arqueologia e tudo que diz repeito à cultura e à história do ser humano.